Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon, mais conhecida como Frida Kahlo, nasceu no dia 06 de julho de 1907, em Coyoacan, no México. Aos 18 anos estudava medicina, mas tudo mudou quando sofreu um acidente grave, onde teve várias fraturas e passou por uma longa recuperação. Foi nesse período que ela começou a pintar. Sua arte era baseada em autorretratos, que traziam as suas vivências e angústias e, algumas vezes, ligações com a natureza.

Em 1929, a artista se casou com um dos mais importantes pintores mexicanos, Diego Rivera. Com uma relação conturbada, marcada por traições do marido, permaneceram juntos por mais de 20 anos, entre idas e vindas.

A vida de Frida não foi fácil. Foram vários problemas de saúde e desilusões com Diego Rivera, mas nunca parou de pintar e, tudo isso, esteve presente em suas obras, que possuem uma grande proximidade com o surrealismo e destacadas pelo uso de cores fortes e vivas.

Com o passar dos anos, o seu trabalho foi se tornando cada vez mais conhecido, sendo exposto em grandes museus como: Julien Levy Gallery, em Nova York; Galerie Renou et Colle, em París e Galería de Arte Mexicano de Inés Amor, na Cidade do México. Entre suas principais obras estão: “Autorretrato em vestido de veludo” (1926), “Frida Kahlo e Diego Rivera” (1931), “Autorretrato com colar” (1933) e “Diego em meu pensamento” (1943). Sua figura também tinha uma grande importância no movimento feminista.

Frida Kahlo foi uma pintora talentosa e marcante. Suas telas tinham vida e sentimentos. Era uma mulher de personalidade forte e intrigante, mas com uma saúde frágil. No dia 13 de julho de 1954, a artista faleceu de embolia pulmonar. Até hoje, suas obras encantam, influenciam, despertam a curiosidade e possuem uma grande importância.

Vanessa Guerra é jornalista formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo, pós-graduada em Administração e Marketin,, graduanda do curso de Sociologia, mestranda do Programa de Pós-graduação em Jornalismo da UEPG e diretora da Pontonze Comunicação.