A pandemia do novo coronavírus apenas escancarou o que todos os colombenses já sabiam: a Saúde de Colombo precisava suprir as necessidades da população e ter o porte suficiente para atender seus quase 300 mil habitantes. Enquanto Pinhais e Campo Largo, cidades com a metade da nossa população, e até Campina Grande do Sul, de pouco mais de 40 mil habitantes, avançaram neste quesito, Colombo ficou para trás. É inegável, porém, que há uma expectativa de que 2021 represente um novo tempo. Primeiro, pela previsão de que o prometido Hospital Geral de Colombo tenha suas obras iniciadas ainda neste ano, tirando o município da defasagem estrutural e desafogando a Unidade de Pronto Atendimento do Alto Maracanã, que passou a ser mais do que um ponto de atendimentos emergenciais. Em segundo lugar, pela solução definitiva da Santa Casa de Misericórdia de Colombo. Em miúdos, a Santa Casa já não existe mais, e em breve, um novo hospital particular, o São Rafael Arcanjo, será mais uma opção importante para a saúde da oitava maior cidade do Paraná. Que enfim, Colombo tenha a infraestrutura merecida.

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