Uma reflexão necessária sobre racismo cultural e religioso.

A santa igreja católica, esta nobre senhora com mais de 2000 anos, precisa fazer uma autocrítica sobre o racismo na sua história antiga e contemporânea. Karol Wojtila, o santo Papa, deu o exemplo quando foi ao Congo, beijou o solo sagrado da África e pediu perdão. Com este singelo gesto, naquele momento, a igreja começou a reconhecer oficialmente seu racismo institucional, ao reconhecer que o negro tem  alma. O ano era 1999… O santo papa disse que a igreja não poderia adentrar o novo milênio com esta mácula em sua história.

Um dos mais venerados santos da igreja católica no Brasil é São Benedito. Ele é considerado o padroeiro das pessoas negras e o protetor das necessidades do povo. Um santo popular que  deixou suas marcas na cultura da população brasileira para além das fronteiras da religião. Por isso, é  significativo em 2021, em pleno Decênio dos Povos Afrodescendentes, instituído pela ONU, e no mês de maio, que é o mês dedicado a denuncia do racismo, nos lembrarmos da memória e do que representa este santo negro.

A sabedoria popular nos ensina que a fé e a cultura  de um povo se constrói pela tradição, palavra oriunda do latim, que significa transmissão. Transmite-se de geração a geração, experiências notáveis, histórias, costumes, devoção e outras realidades que fizeram bem para um determinado povo e vieram a ganhar uma valoração universal. O mesmo acontece com o folclore, que é a própria traditio popular e se acumula ao longo do tempo, torna-se cultura manifesta em diversas formas.

Neste conjunto de tradições, encontra-se a pessoa de São Benedito, que pela Igreja Católica Romana é denominado “o negro”. São Benedito é um personagem histórico e sua vida transcorreu no século 16, na Sicília, onde era cultuado sob o nome de São Benedetto de Palermo. Nasceu em 1524, em San Fratello de Medina, e faleceu em Palermo, em 4 de abril de 1586. Era filho de um casal de africanos sequestrado na Etiópia. Recentemente, o prefeito da cidade de Palermo reativou o culto de São Benedito, proclamando-o como o padroeiro da cidade, com o objetivo de combater as manifestações de racismo  e nazifascismo ocorridas na Itália, diante do aumento da presença de imigrantes africanos e orientais.

Thomas Ewbank, viajante que morou no Rio de Janeiro em meados do século 19, nos deixou um diário encantador. Em suas descrições do dia a dia da vida da cidade, ele achava que São Benedito fosse um santo imaginário, criado pelos portugueses para manter os escravos mais eficazmente submissos. Afinal, as tradições convergem para a relevância do culto de São Benedito na conversão e controle da escravaria. Tinha razão, sem dúvida, no que diz respeito à função política do santo, mas se enganou em relação à sua origem. 

Julio José Chiavenato informa, em As lutas do povo brasileiro, que “como Portugal é uma nação católica e escravisar sere humanos fere a moral cristã, o papa Incencio IV edita uma bula afirmando que o negro não tem alma e, por isso, escravisá-lo será um benefício. Em seguida batizam-no e, assim, ao morrer ele ganha o céu… Tão merecido quanto mais sofrer neste vale de lágrimas, ou seja, quanto mais enriquecer o seu senhor.”

Aqui no Brasil, São Benedito é cultuado há muito tempo, antes mesmo de ser beatificado, em 1743, pelo Papa Clemente XIII, e canonizado em 25 de maio de 1807, por Pio VII. É nos  festejos do Rosário que ele é invocado pelos grupos de Congadas, Marujadas, Catumbis e Moçambiques. Tais folguedos instituídos pelos catequistas, desenvolvem o tema da luta entre mouros e cristãos. 

Câmara Cascudo relata um dos milagres que lhe foram atribuídos. Trazia ele alimentos do convento escondidos para distribuir aos pobres, quando o vice-rei da Sicília, encontrando-o, quis ver o que levava, e Benedito lhe mostrou a cesta, cheia de flores

A oralidade nos traz a memória de um navio que trazia um carregamento de pessoas escravizadas para o Brasil e naufragou nas costas do estado do Espírito Santo. Os náufragos pediam, durante o afundamento, a proteção dos seus Orixás e Nkises e também de São Benedito. Os que se salvaram abraçados ao mastro do navio, o trouxeram à terra e fizeram a promessa de homenagear o santo em sinal de gratidão. Os africanos, com seus tambores e cantorias, puxavam o mastro pelas ruas, atado a uma junta de bois que eram enfeitados com flores silvestres. 

Os escravocratas consentiram com o levantamento do mastro, o hasteamento da bandeira, as Congados, Marujadas, Catumbis e Moçambiques, desde que os festejos fossem precedidos da louvação à Senhora do Rosário, responsável pela vitória cristã na Batalha de Lepanto, identificada à Nossa Senhora da Vitória. 

Em todo o Brasil, a data da festa costuma ser móvel e, em vários lugares, ocorre no mês de dezembro, como é o caso da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba. Mas também é frequente ser celebrada no dia 13 de maio, o que nos leva de volta ao santo “dos escravos”, ainda que, hoje, “libertos”. Em Curitiba, a festa na antiga Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito acontece no Dia da Consciência Negra, em novembro. 

SÃO BENEDITO NA LAPA

A Lapa tem muita história para contar. Ela mantém intacta sua “Carta de Sesmaria”, suas senzalas, os instrumentos de tortura dos escravocratas no museu… O Município tem o maior número de remanescentes quilombolas do Paraná. Também é morada da Família Ferreira, que ainda preserva a última Congada resistente do Paraná, tradição negra da mais alta erudição, enfrentando o racismo institucional da cultura e da religião, que poderiam e deveriam, ajudar a preservar este patrimônio, mas seguem no conforto do seu silêncio. Quando um pároco mais sensível tentou romper este silêncio, foi gentilmente transferido para outra paróquia…

Segundo a antropóloga  Cláudia Bibas, a devoção a São Benedito, na Lapa, começou na Igreja de Santo Antônio, no século XIX. A Igreja tem uma sala lateral, onde a escravaria ficava fechada durante a missa. Apesar da forte e importante presença africana no município, o registro dos Patrimônios locais pelo IPHAN conseguiu ignorar completamente a presença afro-lapiana em suas narrativas.

Inicialmente, a construção da capela que viria a se tornar, hoje, o Santuário de São Benedito – o maior do mundo dedicado ao santo negro -, foi obra dos membros da Irmandade dos Pretos. A rústica imagem de São Benedito existente entre os bens da irmandade foi esculpida por Joaquim Antônio da Luz Maia, um homem negro, escravizado. A irmandade percorria a paróquia recolhendo esmolas, uma prática comum nos do século XIX. Com uma sacola na mão, os devotos iam levando a imagem de São Benedito e buscando os recursos necessários para que a capela fosse levantada. De acordo com os relatos recolhido pelo rei Congo, Jordão da Rocha, o terceiro rei da congada, que o irmão esmoleiro era acompanhado por dois músicos negros que, juntos, percorriam os lares da cidade da Lapa pedindo ajuda. No entanto, devido à falta de recursos materiais de doações dos fiéis, em 1894 somente os alicerces da capela tinham sido levantados. A construção da capela chegou ao seu final em 1908. A capela de São Benedito foi erigida no local mais alto da cidade, no lugar onde funcionava o Pelourinho. 

A riqueza cultural em torno do santo negro originou um feriado municipal, no dia 26 de dezembro, em homenagem ao santo negro. Nesta data, acontece o levantamento do mastro de São Benedito, a troca da bandeira e a dança do Rei do Congo. No dia 26, tradicionalmente na Lapa, Curitiba e outras cidades, acontecia o “Natal dos Escravizados”, quando eram distribuídos os restos da ceia das casas abastadas. Para os lapianos, São Benedito é o padroeiro dos cozinheiros. 

SÃO BENEDITO EM PARANAGUÁ

A Irmandade de São Benedito – uma das mais antigas da cidade – ainda mantém a Igreja de São Benedito, erguida a partir de 1784 no mesmo local onde estava a Capela de Nossa Senhora das Mercês, erguida em 1701 com material aproveitado da demolição (1699) da primitiva ermida de mesma invocação, que existia na Ilha da Cotinga, desde 1677. 

A irmandade do Rosário dos Brancos, de 1706, não vingou. A irmandade do Rosário dos Pretos funcionou de 1694 a 1756, na Igreja do Rosário, passando mais tarde para a Igreja de São Benedito, onde existe até hoje, demonstrando sua capacidade de resistência cultural e consciência, lutando contra o racismo institucional, recreativo e velado do estado e da igreja.

A Igreja do Rosário de Paranaguá foi construída com autorização do Bispado do Rio de Janeiro, em 1578. Ela é a primeira Igreja na América dedicada ao culto de Nossa Senhora do Rosário, sendo a edificação religiosa mais antiga de todo o Sul do país. A história conta que a primeira Igreja do Rosário começou a ser construída em 1575. Mas a tradição oral, confirmada nos textos do Padre Vieira, nos diz que antes desta data, portugueses, espanhóis e africanos já habitavam o território de Paranaguá. Antes de 1578 já se trabalhava nas minas de ouro e “os povos que então nelas trabalhavam, sendo católicos romanos, não haviam de aqui estar sem terem uma igreja e sacerdote que lhes administrasse os necessários sacramentos; mas não há nenhuma certeza do ano de sua fundação, nem dos capelães que a paroquiaram até o ano de 1655. Consta de um antigo livro de vereanças que no ano de 1661, a igreja precisava de reparação e para esse fim a Câmara fez uma vereança geral no dia 1º de outubro daquele ano, convidando os cidadãos para se tratar do mesmo reparamento, pela grande necessidade que havia de se fazer, por conseqüência a igreja já deveria contar a idade de oitenta a cem anos”. Ora, considerando que naqueles tempos as notícias se espalhavam com dificuldade pela falta jornal, de internet, celulares, ou correios, é de se surpreender que apenas quatro anos após a batalha de Lepanto, em Chipre, que consagrou a devoção à Virgem do Rosário, aqui na longínqua Paranaguá já se estivesse erguendo uma igreja em sua honra.

A Irmandade de São Benedito, originalmente composta por escravizados e alforriados, nasceu na Igreja do Rosário e, antes de ser instalada na Igreja de São Benedito, passou para a Igreja das Mercês.  Portanto, a Igreja de S. Benedito de Paranaguá tem uma das mais longas raízes históricas da religiosidade paranaense. A pergunta que fica é por quê, hoje, a Diocese de Paranaguá mantém esta rica história de tradição e fé na invisibilidade? 

Segundo seus estatutos, a Irmandade de São Benedito, em 1710, contava em sua diretoria com um juiz, uma juíza, um rei, uma rainha, escrivão, tesoureiro, procurador, 12 irmãos de mesa, capitão do mastro e esmoleres. Mas, desde 1706, eles já tinham permissão para fazer procissão em homenagem ao santo. Essa organização segue a tradição de outras irmandades existentes no país. O historiador Brasil Gerson fala da eleição a cada ano de um rei e uma rainha, eleitos entre os mais dignos da irmandade. “Eram como reis e rainhas autênticos, cobertos de ouro e prata, que eles vestiam para as evoluções dentro da igreja e para as procissões que encantavam a cidade. Essas procissões, diga-se de passagem, deram origem ao desfile dos ternos de reis e ranchos que acabaram mais tarde se transformando nos primeiros afoxés e escolas de samba.” No Brasil Colônia, a devoção a São Benedito era extremamente popular e, em seu louvor, realizavam-se festas religiosas nas quais se mesclavam diversões profanas, remanescentes da cultura africana, sendo o conhecido auto popular das Congadas uma das festas mais representativas de Paranaguá, Lapa, Curitiba, Antonina, Castro e Jaguariaíva. 

A mais robusta Irmandade do Rosário dos Pretos do Brasil é a Venerável Ordem Terceira do Rosário de Nossa Senhora – Irmandade dos Homens Pretos, no Pelourinho, em Salvador. Há quatro séculos orgulhosa de sua dupla pertença, africana e católica.

A igreja de São Benedito de Paranaguá existe até hoje; o terreno e a igreja, que é patrimônio cultural do Estado, pertence à Irmandade dos Pretos, mas, curiosamente, a Igreja não a reconhece. Não são celebradas missas. A igreja se transformou em uma simples capela mortuária. Por quê? A quem interessa  acabar com esta tradição secular? Por que a Catedral de Paranaguá não dialoga com a Irmandade dos Pretos? É importante lembrar que a Catedral Diocesana Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá também foi construída com tecnologias e força de homens e mulheres escravizados,  assim como a Catedral de Curitiba… Embora os herdeiros das capitanias insistam em tentar apagar a nossa memória, ela continua viva e pulsante em nossas oralidades afro-paranaenses.

IGREJA DO ROSÁRIO DOS PRETOS DE SÃO BENEDITO EM CURITIBA

A atual edificação da Igreja do Rosário foi construída em 1946, no mesmo local da antiga Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito. É uma construção em estilo barroco e a sua fachada atual ainda tem azulejos da igreja original. Seu interior abriga o túmulo de Monsenhor Celso, antigo pároco de Curitiba, falecido em 1930. A igreja foi a segunda construída em Curitiba, por e para os irmãos do Rosário dos Pretos de São Benedito. Inaugurada em 1737, em estilo colonial, a Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito serviu de matriz da cidade, entre 1875 a 1893, durante a construção da Catedral de Curitiba. Sobre os irmãos e irmãs do rosário enterrados dentro da igreja, não se fala. São mais de 100 almas descansando naquele campo santo. 

Como terá sido para os membros da irmandade, a repentina mudança da sua igrejinha para Matriz da cidade, em 1875 (antes da abolição)? Pouco se sabe, já que a documentação antiga não está disponível e, apesar da Lei Canônica proibir a mudança de designação de uma igreja, a antiga Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito passou a ser chamada de Igreja dos Defuntos (os “esquecidos”) e, atualmente, Santuário das Almas, títulos originados da tradição de realização das missas de corpo presente, quando a igreja era o caminho natural para os cortejos fúnebres a caminho do Cemitério Municipal. 

Ora, os irmãos pretos do rosário não caíram no esquecimento! Embora queiram transmitir esta falsa impressão, em nossas oralidades eles permanecem vivos, pulsantes e, todo dia 20 de novembro, nossa ancestralidade afro-curitibana será devidamente honrada, pois em 2013 aprovamos uma lei fixando a Festa do Rosário no calendário oficial de eventos do município, em memória da antiga Igreja do Rosário dos Pretos de São Benedito.

“Nossa Senhora do Rosário-ô,
Nossa Senhora do Rosário, 
Saravá, São Benedito!”

Para Dom Pedro Fedalto, após a abolição da escravatura não haveria mais motivo para a cidade manter uma igreja dos pretos e determinou, enquanto arcebispo, que a Igreja passasse a se chamar Santuário das Almas. Ora, não creio que a irmandade dos pretos tenha sido consultada a respeito desta decisão… A memória precisa ser preservada, mas alguém arbitrariamente decidiu que a memória do Mons. Celso deveria e a dos Irmãos Pretos de São Benedito não deveria ser preservada. Porquê? Porque o terreno era da irmandade? Porque a edificação era a mais bem preservada da vila, mantida com tanto zelo que ela foi escolhida para tornar-se a Matriz? 

A quem interessa apagar uma memória tão rica, tão importante para a auto-estima das nossas crianças, tão relevante para uma abordagem anti-racista? Preservar as memórias negras positivas em nossa sociedade é uma postura anti-racista.

IGREJA DO ROSÁRIO DE COLOMBO

Dentre as Igrejas do Rosário do Brasil, em sua esmagadora maioria vinculadas às tradicionais devoções a São Benedito, a Igreja do Rosário de Colombo chama a atenção pela ausência do santo afro-italiano. 

Estaria a Igreja de Colombo pronta para uma autocrítica sobre o racismo na sua história antiga e contemporânea? O apartheid, que já foi uma realidade em nossas igrejas, hoje continua presente, de forma velada. Basta perceber a distância entre a Matriz e a Pastoral Afro de Colombo. 

Estaria a nossa igreja pronta para romper com este pensamento “colonial” e se unir à educação anti-racista, para dar um novo horizonte às crianças negras e não-negras da nossa cidade? Qual seria o posicionamento da Igreja hoje em relação ao racismo institucional e a eugenia, que de forma silenciosa impera em Colombo? Será que estamos prontos para derrubar muros, abrir grades e construir pontes? Agora que vivemos em um estado Laico e, finalmente, a Igreja Católica parou de nos perseguir oficialmente, estaria pronta para defender os irmãos do Rosário de Ifá dos ataques de segmentos religiosos que assumiram esta perversa tarefa? 

Afinal, como bem disse Abdias do Nascimento, “nossa luta deve ser solidária, tolerante e aberta a todos os que combatem a discriminação e o racismo. Invariavelmente, encontramos companheiros brancos e negros nessa mesma batalha. Nós não queremos construir uma sociedade de negros contra brancos, ou vice-versa, mas sim de todos. (…) Neste 13 de maio, que consideramos dia nacional de luta contra o racismo, façamos uma séria reflexão sobre a luta dos negros e a esperança de construirmos uma sociedade na qual a alegria e o respeito não deixem espaço para nenhum tipo de discriminação.”

PS.: Se você gostou deste artigo, talvez se interesse também pelo assunto de Santa Felicidade (não o nome do bairro italo-curitibano), uma santa negra casada com Santa Perpétua; sobre o preto velho chamado Pai Berê, que deu origem à devoção à Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná; e o mais belo milagre de Nossa Senhora Aparecida, a alforria do afro-curitibano Zacarias.

*Candiero é autor do livro “História e Cultura Afro-colombense”; foi membro da Pastoral Afro e da Irmandade de São Benedito, da Lapa; é idealizador da Festa do Rosário, em Curitiba; recebeu a Comenda Guardião dos Orixás, do Conselho Mediúnico do Brasil, o Prêmio Papa João Paulo II e o Prêmio Pablo Neruda de Direitos Humanos, da Câmara Municipal de Curitiba, por sua luta contra a intolerância religiosa, em prol de uma cultura da paz e do respeito inter religioso.

12 comentários sobre “Benedito, o Santo Afro-italiano

  1. O artigo trás informações relevantes para a reflexão e discussão de importantes temas sócio culturais. Parabéns pela pesquisa e a escrita.

  2. É realmente importante a formação e informação de uma sociedade anti-racista, o texto é rico e de relevância para uma construção e reflexão mais aprofundada sobre o tema. A pergunta é: nossas dioceses teriam o mesmo empenho para esta construção para as futuras gerações?
    Desde já fico grato por compartilhar este histórico dacivilizações do nosso estado do Paraná.

    • Nobre Professor João, estamos começando uma pesquisa sobre os afrosãojoseenses, se faz urgente contarmos uma historia mais realista para as próximas gerações…Afinal enquanto os leões não contarem a suas historias prevalecerá a historia do caçador.

  3. A História de São Benedito é tão múltipla e diversa, que traz uma representatividade para todos e todas que acreditam em sua força! Trazer essa história tão completa no jornal, é dar visibilidade a esse Santo tão importante para a história da Cidade, do Estado e do País!!
    Parabéns pela iniciativa, que a cada dia mais engrandece o conhecimento de todos os Colombenses!

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.