Número de vítimas de queimaduras cai 95% no litoral

Os casos de queimaduras por águas-vivas no litoral do Paraná tiveram uma redução de 95% desde o início deste verão, no comparativo com 2017, de acordo com dados do Corpo de Bombeiros.

De 21 de dezembro de 2017 até a última quarta-feira (10), foram registrados 605 casos de banhistas queimados. No mesmo período da temporada 2016/2017, o número de ocorrências era de 11.607. No fim de janeiro de 2017, mais de 25,7 mil pessoas tinham sido queimadas por águas-vivas.
A redução dos casos ocorreu mesmo com o aumento de turistas no litoral paranaense. Cerca de 1,5 milhão de pessoas estiveram nas praias durante o período de festas, conforme informações a Polícia Militar (PM). Em 2017, foram 1,2 milhão de turistas.

O Corpo de Bombeiros do Paraná orienta que, no caso de ser tocado por uma água-viva, o banhista use a própria água do mar, vinagre ou soro fisiológico gelado para limpar o local, pois eles impedem que o veneno do animal siga entrando na pele e alivia a dor.

Uma outra opção é procurar um posto de guarda-vidas para ter orientações e também para passar o vinagre, que fica à disposição dos banhistas em borrifadores.

Em caso de pessoas com alguma predisposição alérgica, que apresentarem dores pelo corpo, mal-estar ou vômito, é preciso ficar atento e buscar atendimento médico imediatamente.

Em relação ao que não deve ser feito caso uma pessoa entre em contato com uma água-viva, é fundamental que ela não encoste na área afetada, pois pode acabar queimando a mão e espalhando o veneno para outros partes do corpo. Também não é recomendado que ela jogue água doce no local, o que só irá potencializar a ação do veneno, e também continue esfregando ou colando o local em que a água—viva a tocou.

Foto – Divulgação/Corpo de Bombeiros

error: Content is protected !!