Curitiba recebe prêmio por melhor saneamento nacional

Curitiba é a capital com mais saneamento do Brasil, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) divulgado na últim segunda-feira (5). O prêmio foi entregue ao prefeito Rafael Greca no simpósio do Ranking da Universalização do Saneamento, em São Paulo.

Foram avaliados 231 municípios com mais de 100 mil habitantes. “Divido esse prêmio com a equipe da Sanepar e da zeladoria urbana de Curitiba, os valorosos servidores da Secretaria do Meio Ambiente e todos os nossos colegas da Prefeitura”, disse Greca. “Onde tem rede de saneamento, a doença vai embora. Esgoto tratado e água limpa representam saúde para a população”, completou.

O prefeito também ressaltou os números que colocam Curitiba em evidência na área: 94% de cobertura de esgoto, 100% de água tratada para a população e 100% de coleta de resíduos em quatro modalidades – comuns (domiciliares), recicláveis, vegetais e entulhos e resíduos perigosos.

O lixo reciclável recolhido pela coleta seletiva é destinado às associações de catadores. Atualmente são 21 associações credenciadas e este número deverá chegar a 40 associações no processo de credenciamento que está aberto.O índice de separação de recicláveis na cidade é de 22%. Ou seja, de todo o resíduo com característica de domiciliar, quase 1/4 é separado e recolhido pela coleta seletiva ou pelos catadores.

No ranking da Abes, Curitiba também figura entre as 14 cidades com mais saneamento no Brasil, assim como Maringá. “É com muito orgulho que recebemos esse reconhecimento, a Sanepar opera as duas cidades paranaenses que estão enquadradas na categoria Rumo à Universalização do ranking. É exatamente para isso que concentramos nossa estratégia e os investimentos da empresa nos últimos sete anos”, afirmou Mounir Chaowiche, presidente da Sanepar.

O Ranking da Universalização do Saneamento foi apresentado pela primeira vez em outubro de 2017. O ranking utiliza dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento (SNIS), do Ministério das Cidades, e cruza estes dados com as informações disponíveis sobre as doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado. Essas doenças estão relacionadas em sistema de informação do Ministério da Saúde. Das 27 capitais do Brasil, 26 foram avaliadas. O estudo classificou as cidades em três categorias: rumo à universalização; compromisso com a universalização e primeiros passos para a universalização.

Foto – Maurilio Cheli/Sanepar

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