Controladora Geral do Estado fez 72 mil atendimentos em 2017

Até novembro de 2017, a Controladoria Geral do Estado (CGE), órgão que acompanha a fiscaliza a administração pública, prestou mais de 72 mil atendimentos à população do Paraná por meio de sua Ouvidoria, criada para defender os direitos dos cidadãos. Entre as demandas dos cidadãos estão solicitações de informações, denúncias, reclamações, elogios, sugestões e pedidos de acesso à informação.

“O número de atendimentos tende a aumentar ano a ano porque a população tem dado cada vez mais importância a questões administrativas e ao que é feito com o seu dinheiro”, disse o controlador geral do Paraná, Carlos Eduardo de Moura, durante evento comemorativo do Dia Internacional contra a Corrupção, promovido pela CGE nesta terça-feira (5), no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU).
Além dos números relativos aos atendimentos, Moura também apresentou um balanço das ações da CGE no ano de 2017 na reunião, que contou com a participação de funcionários públicos estaduais e federais, estudantes e interessados no tema. Entre os maiores avanços no decorrer dos últimos meses, segundo ele, está a maior participação da sociedade nas atividades realizadas dentro da Controladoria.

Em um dos projetos, chamado “Observatório do Executivo e do Legislativo”, a CGE, em parceria com a CGU, leva estudantes do curso de direito da Universidade Positivo, localizada em Curitiba, para acompanhar o dia a dia na entidade e desenvolver atividades de pesquisa. “Conseguimos mostrar para os alunos como é nosso trabalho e a importância dele. Tentamos, também, fazer com que ao sair daqui eles possam transmitir as informações adquiridas”, disse Moura.

TRANSPARÊNCIA
Outros destaques ficam por conta do Portal da Transparência, site administrado pela CGE, em parceria com a Secretaria de Estado de Comunicação Social, que dá ao cidadão acesso a informações do Estado. Neste ano, já foram mais de 1 milhão de acessos, oriundos não apenas do Brasil, mas de outros países, a exemplo de Estados Unidos, Portugal, Alemanha, Paraguai e França.

Outro apontamento citado no balanço é que a entidade, responsável por primar pelo comportamento ético dentro das repartições públicas do Estado, aumentou em 85,5% o número de processos analisados neste ano. Foram 187 até novembro, ante 103 em todo o ano de 2016. “O que mostra que estamos trabalhando cada vez mais pela moralidade e honestidade na prestação do serviço público”, ressaltou Moura.

FOTO – Orlando Kissner/ANPr

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